Dr. Haruo Takatani – Presidente do CRMV-AM

Na ultima terça-feira (10) pela manhã a presidência do CRMV-AM marcou presença na 1º Reunião do Bloco II o qual debateu o “Plano Estratégico 2017-2026” do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que prevê a retirada total da vacinação no país até 2023.

O evento reuniu representantes dos órgãos de serviço veterinário da região norte e nordeste e entidades privadas.

No Amazonas, as ações para a retirada da vacina contra a febre aftosa serão executadas pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf), órgão integrante do Sistema Sepror em parceria com a Superintendência de Agricultura no Amazonas (SFA-AM).

De acordo com o diretor-presidente da Adaf, Sergio Muniz, o país foi dividido em cinco blocos, para que seja feita a transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação. Rondônia e Acre formam o bloco I e serão os primeiros estados do país a pararem de vacinar a partir de junho de 2019.

No Amazonas a retirada total da vacina está prevista para 2020, assim como no Amapá, Roraima e Pará que integram o segundo bloco. No entanto os municípios de Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Lábrea, Manicoré, Novo Aripuanã, Pauini, Guajará, Envira, Eirunepé e Ipixuna iniciarão o processo para a retirada da vacina a partir de maio de 2019.

Atualmente, o Brasil possui apenas um estado da federação livre de febre aftosa sem vacinação, que é Santa Catarina reconhecido internacionalmente pela Organização Mundial de Saúde (OIE). Para o próximo mês, o Amazonas deve ser reconhecido internacionalmente como área livre de febre aftosa com vacinação pelo órgão internacional.

FOTOS: Assessoria de Comunicação- CRMV-AM

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